Inteligência Artificial

Oftalmologia

O olho é uma das estruturas mais fascinantes e complexas do corpo humano.

Nosso modelo de Deep Learning é capaz de analizar imagens de fundo de olho e de OCT para detecção de doenças diversas, entre elas:

Retinopatia Diabética

A retinopatia diabética (RD) é uma das principais complicações relacionadas ao diabetes e a principal causa de cegueira em pessoas com idade entre 20 e 74 anos nos EUA, e cerca de 12% dos novos casos de cegueira legal são atribuídos à retinopatia diabética. Estima-se ainda que, em paciente com diabetes tipo 1 e mais de 30 anos de doença, a taxa de cegueira seja de aproximadamente 12%.

Na retinopatia diabética, a principal causa de baixa visual é o edema macular, podendo estar presente desde as fases iniciais da retinopatia até em casos onde há doença proliferativa grave, acometendo 30% dos pacientes com mais de 20 anos de diabetes. A forma proliferativa é aquela que, por sua vez, se relaciona mais frequentemente a perda visual grave, devido a eventos oculares potencialmente causadores de cegueira irreversível, como a isquemia retiniana difusa, incluindo a macular e o descolamento tracional de retina. Estima-se que em olhos com retinopatia diabética proliferativa não tratada a taxa de evolução para cegueira seja de 50% em 5 anos e que cerca de 80% dos diabéticos com mais de 25 anos de doença apresentarão algum sinal de retinopatia diabética.

 Degeneração Macular

A mácula é uma pequena região da retina onde são processados os detalhes dos objetos, rostos e o que mais estiver ao alcance da visão. Existem dois tipos da doença:

O primeiro deles, a degeneração macular seca acontece quando a retina começa a sofrer danos. Já a degeneração macular úmida acontece quando vasos sanguíneos com infiltrações crescem pela retina.

A degeneração macular é uma doença muito comum no Brasil, cerca de dois milhões de casos são registrados por ano no País.

Infelizmente é uma doença crônica, ou seja, pode durar anos e quando não diagnosticada a tempo, pode causar a perda irreversível da visão. A grande maioria dos pacientes é diagnosticada após os 60 anos, embora a incidência em pessoa acima dos 40 anos também seja alta. Por este motivo, ela é chamada DMRI, ou seja, degeneração macular relacionada à idade.

Edema Macular Diabético

A retina é o revestimento interno do olho que é sensível à luz e contém nervos, vasos sanguíneos e células fotorreceptoras. No fundo do olho encontra-se uma região denominada mácula, uma pequena área especializada da retina que é responsável pela visão central, além de possibilitar a visão de cores.

O edema macular diabético ocorre como resultado do excesso prolongado de açúcar no sangue. Esse processo, promove o aumento da permeabilidade dos vasos sanguíneos, que leva ao acúmulo de líquido e depósitos de proteínas na retina e/ou mácula. Isso causa o inchaço da retina e prejudica a sua função.

Neovascularização da Coroide

neovascularização de coroide (NVC) é uma possível complicação das doenças inflamatórias oculares infecciosas e não infecciosas, podendo ocorrer em cerca de 2 a 3% dos casos de uveíte posterior. Em casos de uveíte, a reação inflamatória a nível da coriocapilar ou do EPR pode levar à isquemia local, com consequente produção de fator de crescimento do endotélio vascular (VEGF) e outras citocinas que, por sua vez, podem levar à formação da NVC.

 

O processo inflamatório ocasiona, ainda, dano ao complexo EPR-membrana de Bruch, fazendo com que a NVC rompa essas camadas e atinja o espaço sub-retiniano. Dessa forma, as NVC em uveítes são geralmente do tipo 2 (acima do EPR), ao contrário do que geralmente ocorre em casos de degeneração macular relacionada à idade (DMRI) exsudativa, onde o tipo 1 (abaixo do EPR) é preponderante.A NVC atinge geralmente indivíduos abaixo de 50 anos, sendo seu diagnóstico precoce extremamente importante para a pronta instituição do tratamento, o que pode de evitar a ocorrência de fibrose e consequente baixa acuidade visual central permanente nessa população economicamente ativa.A NVC pode ser a primeira manifestação clínica de uma uveíte, podendo, ainda, coexistir com a doença inflamatória ou infecciosa em atividade.

Microaneurismas

Os microaneurismas são as primeiras alterações clinicamente visíveis da retinopatia diabética. São dilatações capilares localizadas que geralmente são saculares (redondas).

Exsudato

O exsudato é um fluido que vaza dos vasos sanguíneos para os tecidos próximos. O fluido é feito de células, proteínas e materiais sólidos. O exsudado pode escorrer de cortes ou áreas de infecção ou inflamação. Também é chamado de pus.

Em pessoas que têm uma doença ocular chamada retinopatia diabética, os exsudatos se formam na retina do olho.

Drusas

Drusen são a característica definidora da degeneração macular. Essas pequenas manchas amarelas ou brancas na retina podem ser detectadas por um oftalmologista durante um exame oftalmológico dilatado ou com fotografia da retina. Diz-se que pessoas com mais de alguns drusos pequenos têm degeneração macular relacionada à idade (DMRI). Pessoas com drusen geralmente podem não apresentar sintomas. Pelo contrário, a existência desses depósitos representa um risco para algum grau de perda de visão no futuro.

Oclusão Venosa

Perda venosa (VB) - Também ocorrendo nos estágios finais da doença não proliferativa, a VB ocorre quando as paredes das principais veias retinianas perdem seu alinhamento paralelo normal e começam a aparecer mais como uma série de linguiças. Fisicamente, o IRMA representa uma situação em que as paredes das veias perdem sua elasticidade e as áreas localizadas começam a se dilatar. Essa lesão é um dos mais fortes preditores de progressão para doença proliferativa.

Para obter mais informações sobre nossa plataforma AI de oftalmologia, entre em contato e será um parazer para nós conversarmos.

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